terça-feira, 15 de novembro de 2011

De divas e loucas, todas nós temos ....

Em Divas Abandonadas: Os amores e os sofrimentos das sete maiores divas do Século XX, a jornalista Teté Ribeiro conta a história de mulheres lindas, ricas e famosas, com um destino em comum: sempre abandonadas por seus parceiros, com um histórico emocional marcado por altos e baixos.

Teté, para quem não sabe, é integrante do Programa Saia Justa (adoro), apresentado pela brilhante Mônica Waldvogel. No livro, a jornalista relembra e conta detalhes, alguns pouco conhecidos e íntimos, de sete ícones femininos que tiveram suas dores e dramas íntimos expostos na mídia, na grande maioria das vezes com desfechos trágicos e fins solitários, como por exemplo, Lady Di, Marilyn Monroe, Jacqueline Onassis e Maria Callas.

Nós, do lado de cá dos holofotes, ‘divas’ da vida comum, mas nem por isso menos divas,rs também temos, é claro, nossas mazelas, nossas dores e muitas histórias de amores. Alguns bem correspondidos, dignos de filmes, e aqueles que... bom, lembram mais um bom dramalhão mexicano.

Somos todas únicas e complexas, com neuras e preocupações comuns. O que muda é justamente a ausência dos holofotes sobre nossas cabeças. Ainda temos o direito à privacidade, a preservar aquilo que nos é caro, precioso, apesar das fofocas, comentários, e blá-blá-blá.

Pensando assim nessas histórias, pegando como referência o exemplo desses ícones femininos, que tiveram suas vidas pessoais expostas, eu pergunto: o que será que de fato faltou para elas? Seria falta de amor o problema? Mesmo com tudo, ou pelo menos com tudo o que sempre desejaram, morreram tristes, solitárias, e sem viver o amor do jeito que elas consideravam mais pleno.










quinta-feira, 14 de julho de 2011

" O trem que chega é o mesmo trem da partida "

E eis que a rotina mudou. Acordar cedo, stress, despertador. A certeza de antes e a cômoda sensação de estabilidade literalmente foi-se embora.

Nosso trabalho é, realmente, nossa segunda casa. Quantos episódios da vida real assistidos diariamente ...

Três anos passaram rápido. Lembro-me ainda de quando cheguei, sem praticamente nada saber, mas com uma expectativa enorme. Era, finalmente, o sonho do primeiro emprego, NA ÁREA.

Colocaria, enfim, em prática todo o conteúdo estudado em quatro anos. Sem falar na certeza de que, pelo menos naquele início, o medo do desemprego havia ficado lá fora, atrás do portão do “sonho de consumo” de alguns, acredito.

Neste período aprendi muito, sempre. As primeiras impressões ao acompanhar,de perto, o passo a passo de uma notícia, da apuração a edição enchiam meus dias.

E assim foi por muito tempo.Sempre tentei dar o meu melhor, contribuir para que,no final, o trabalho coletivo pudesse ser reconhecido. Sempre pensei,e acho que poderia ser consenso, que o material final é o espelho de um trabalho que passa por muitas mãos. Sendo assim, o empenho também deveria ser coletivo.

Tantas coisas. Mas a parte mais difícil é despedir de quem gostamos. Despedir-se de hábitos e costumes. De uma rotina estressante, mas recompensadora ao final de cada trabalho bem feito.

Mas a mudança anuncia, mais a frente, o desconhecido. Mas não o temível desconhecido, como muitos preferem pensar. O desconhecido traz também a oportunidade de tentar coisas novas, a chance de colocar em prática todo o meu “desprendimento”, de explorar aptidões que provavelmente estavam escondidas ou nunca foram sequer “reconhecidas”.

Partir é éstranho. Mas mais estranho ainda é continuar em uma situação que não promove mais o prazer, a satisfação pessoal.

O bom é saber que as amizades conquistadas continuam, muito além da redação. E as notícias, claro, não param nunca!

domingo, 22 de maio de 2011

A difícil arte de Ouvir

Certamente vocês já devem ter reparado que hoje em dia a capacidade de ouvir virou uma arte. Que cada vez temos menos tempo, disposição e vontade.

Mas não me refiro ao ouvir por cima, com o olhar voltado para uma direção e os pensamentos no Japão. Digo ouvir de verdade, prestar atenção no que o outro diz, participar de fato.

Parece-me um caminho sem volta, um “fenômeno” que tende a piorar com os dias. E como jornalista, percebo isso diariamente. Quantas vezes eu mesma já não deixei de notar algo importante pela pressa em terminar a pauta, ou porque o editor está desesperado aguardando uma nota retorno, ou então porque tive um dia difícil e tudo o que eu mais queria era ir logo para casa.

Complicado, mas tirando as “intempéries” do dia-a-dia juro que eu me esforço para não deixar que a correria diária me impeça de ouvir, de me colocar no lugar do outro, de valorizar a história do próximo.

Em redações jornalísticas, por exemplo, é mais ou menos assim: quem sabe ouvir é REI. E muitas vezes a melhor opção é OUVIR e abstrair.

É, minha gente, o fenômeno é tão, mas tão sério que até jargão já criaram. É mais ou menos assim: “VAMOS LÁ, RÁPIDO. EDITA, EDITA”. Verdade! E há quem diga em voz alta para quem quiser ouvir.




sexta-feira, 20 de maio de 2011

Provérbios Jornalísticos


Diretamente do Blog Desilusões Perdidas, por Duda Rangel

Gostei tanto que FAÇO QUESTÃO de compartilhar


Diga-me com quem andas que eu publicarei na revista de fofocas.

Depois da tempestade, vem a matéria de enchente.

Em terra de pessoa jurídica, quem tem carteira assinada é rei.

Quem nada deve com certeza não é jornalista.

De follow-up em follow-up o assessor de imprensa enche o saco

Aqui se faz frila, aqui não se paga.

Atrás de um grande repórter de TV, há sempre um grande produtor.

Quem indica amigo é.

A pressa é inimiga da boa apuração.

Não há folga que sempre dure, nem plantão que nunca se acabe.

Mais vale um frila na mão do que cem vagas de correspondente internacional voando.

Não adianta chorar sobre o furo tomado.

Em redação que tem estagiário bonitinho, jornalista cultural caminha de costas.

Quem tem boca vai à coletiva de imprensa filar um rango.

Devagar se perde o deadline.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Reflexões da VIDA REAL

E ai você cresceu, amadureceu e constatou, mais uma vez, o “óbvio”: que não importa o que você faça, o quanto você se importe, que dar não significa necessariamente receber, que muitas vezes atitudes e gestos serão mal interpretados e que aquela pessoa que você acreditou que era um dos “seus”, na verdade, nunca o foi.

Estava ali, o tempo todo, mas as intenções eram outras, os valores então... bom, melhor deixar pra lá!

A boa fé hoje em dia é risco sério! Há pessoas que se preocupam mais com o TER, com o FAZER PARTE, ao invés de ser fiel aos desejos do coração.

E o mais óbvio de tudo é que algumas coisas realmente não acabam nunca, apenas mudam de lugar. Não, não tenho óculos cor-de-rosa nos olhos, nem uma venda que me impeça de ver a superficialidade dos sentimentos, a efemeridade pura em gestos e atitudes. É que essas coisas ainda me assustam e incomodam. Desafiam a minha capacidade de compreensão.

Mas para tudo um aprendizado. O resto é só verborragia, especulação e, claro, fofocas.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Amar é olhar para o outro

Pensando assim, nas complicadíssimas relações humanas, listei tudo aquilo que você, homem sensível, pode fazer para acabar em doses diárias com o seu relacionamento:

1)Primeiro, e mais importante: demonstre sua total indiferença a tudo o que diz respeito a ela.

2)Mostre que você não está interessado nos projetos e idéias recentes que ela tentou compartilhar com você.

3)Não elogie a roupa dela e o cabelo. Olhe-a com um olhar já acostumado e insensível a qualquer mudança, mesmo àquelas que você conseguiu notar.

4)Não demonstre nenhum tipo de afeto ou gentileza. Aja por si só e faça apenas aquilo que dê vontade, porque, afinal, a opinião dela não conta.

5)Por último, minimize todos os motivos e problemas que ela apresente. Encare tudo como drama ou capricho.

Infalível!


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Cabelos mais macios já!

Mulheres do Brasil...
Eu não costumo postar textos sobre moda ou beleza, mas eu PRECISO dividir com vocês uma receitinha caseira que deixa, comprovadamente, os cabelos muito mais hidratados e sedosos.

É tão, tão simples que eu fiz ontem à noite mesmo. E quem me conhece sabe que eu não levo o menor jeito para arrumar ou fazer qualquer coisa nos cabelos, rs.

A dica para as madeixas quem passou, claro, foi a Mitza (na foto- de blusa roxa). Sempre super antenada com com as notícias do mundo fashion e dos cosméticos!


Modo de Fazer


Misture bem 5 ml de Bepantol líquido com 3 colheres do seu creme de preferência e 2 colheres de sopa de açúcar. Depois de misturar os produtos, passe nos cabelos lavados com xampu, deixe agir por 20 minutos e enxague em seguida. A máscara não deve ser usada todos os dias como condicionador para uso diário, e sim esporadicamente.

Aproveitem!


 

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Relembrando grandes frases do cinema


-São tempos difíceis para os sonhadores - (O Fabuloso Destino de Amelie Poulain)

-Só depois de perdermos tudo, é que estamos livres para fazer qualquer coisa.(O Clube da Luta)

-Festa só é festa quando alguém cai. (O Pai da Noiva)

-A política e o crime sao a mesma coisa. (O Poderoso Chefão)

-Felizes são os esquecidos, pois eles tiram o melhor proveito dos seus equívocos. (Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças).

-A vaidade é o defeito que eu mais aprecio nos homens. (Advogado do Diabo)

- Porque você quer tanto isso?Porque me disseram que eu não conseguiria."
(Homens de Honra)

-Se o fim fosse bom, se chamaria começo.(Divã)

-Lembrar do passado, é sofrer duas vezes. (Lisbela e o Prisioneiro)

-O amor é como o vento, você não vê, mas sente (Um amor para recordar)

-Pessoas gostam de pessoas que gostam de si mesmas (Miss Simpatia 2)

-Meninas boas vão para o céu, meninas más vão para qualquer lugar! (Meninas Malvadas)

-Tenho que continuar respirando porque amanhã o sol nascerá. Quem sabe o que a maré poderá trazer? (Náufrago)

-O que fazemos em vida, ecoa na eternidade. (O Gladiador)

-Lutar não é bom, mas se você tiver que lutar, vença. (Karate Kid)

-Sempre dói mais ter algo e perdê-lo do que não ter aquilo desde o começo. (O Caçador de Pipas)
-A ultima coisa que envelhece é o coração. (Rocky Balboa)

-Dizem que um dos dois sempre ama mais, meu Deus, quem dera não fosse eu. (Antes Que Termine o Dia)

-Posso não ser inteligente, mas sei o que é amar… (Forrest Gump)

-Não se perde o que nunca se teve. (Como perder um homem em 10 dias)

-Nós sempre teremos Paris. (Casablanca)

-A coisa mais importante que você irá aprender é amar e ser amado em troca.(Moulin Rouge)

-Francamente, minha querida, não estou nem aí - (E O Vento Levou...)

-O que não te mata te deixa mais… estranho! - (Batman, O Cavaleiro das Trevas)

-Eu te garanto que teremos dificuldades, eu te garanto que um dia um de nós, ou os dois vai querer pular fora, mas eu te garanto que se eu não te pedir pra ser minha, eu vou me arrepender pelo resto da minha vida. Pois em meu coração você é única pra mim (Noiva em Fuga)



365 dias para fazer diferente

...E então terminou 2010, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez...

E foi com essa música na cabeça que eu acordei hoje. Só hoje me dei conta que 2010 passou rápido demais e eu nem mesmo parei para pensar ou traçar aquelas metas de sempre, com vontade e esperança de algo mudar inacreditavelmente.

Pensando bem, 2010 foi um ano estranho, tenso. Com direito a acidente sério na rodovia, a 110 km/h, com PT em um carro e, de quebra, uma cicatriz no meu joelho direito: “lembrança” da força da colisão. Essas coisas acontecem mesmo tão de repente que, por reflexo ou medo mesmo, me lembro apenas de ter abaixado a cabeça e chutado o joelho no painel do carro. Pode parecer clichê, mas tenho certeza que nasci de novo. E o nascimento tem data: 22 de outubro, uma sexta-feira de manhã, aparentemente pacata.

Mas houve bons momentos também. Contemplar paisagens deslumbrantes tão de perto, estar em contato com a natureza preservada e ver onde tudo começou, definitivamente não tem preço! O sul da Bahia é mesmo lindo: Trancoso, um vilarejo mega charmoso com praias lindas, limpas e para todos os gostos. Arraial d ‘Ajuda, distrito de Porto Seguro, menos badalado, mas nem por isso menos charmoso. Ir ao Beco das Cores à noite, beber um delicioso Mojito e ouvir boa música também não tem preço!

E o que dizer dos amigos?Anjos em nossas vidas. Eles vêm, vão, e, não importa a distância, sabemos que podemos contar com eles. Eles são mesmo a família que escolhemos.

Para este ano tenho planos ousados e idéias que sei que preciso colocar em prática. Metas que passam longe dos desejos de ano novo como emagrecer e entrar na academia. Fundamental mesmo será praticar o DESAPEGO. Começar a me “livrar” de tudo aquilo que não me faz bem, seja por um motivo ou por outro. Começar a olhar primeiro pra mim, e depois para o outro.

Como bem disse Clarice Lispector: “Ponha-se de vez enquando numa redoma e poupe-se”. É isso.

E, o mais importante: lembrar-me, todos os dias, que pra ser feliz com outra pessoa, eu preciso, em primeiro lugar, não precisar dela.