Em Divas Abandonadas: Os amores e os sofrimentos das sete maiores divas do Século XX, a jornalista Teté Ribeiro conta a história de mulheres lindas, ricas e famosas, com um destino em comum: sempre abandonadas por seus parceiros, com um histórico emocional marcado por altos e baixos.Teté, para quem não sabe, é integrante do Programa Saia Justa (adoro), apresentado pela brilhante Mônica Waldvogel. No livro, a jornalista relembra e conta detalhes, alguns pouco conhecidos e íntimos, de sete ícones femininos que tiveram suas dores e dramas íntimos expostos na mídia, na grande maioria das vezes com desfechos trágicos e fins solitários, como por exemplo, Lady Di, Marilyn Monroe, Jacqueline Onassis e Maria Callas.
Nós, do lado de cá dos holofotes, ‘divas’ da vida comum, mas nem por isso menos divas,rs também temos, é claro, nossas mazelas, nossas dores e muitas histórias de amores. Alguns bem correspondidos, dignos de filmes, e aqueles que... bom, lembram mais um bom dramalhão mexicano.
Somos todas únicas e complexas, com neuras e preocupações comuns. O que muda é justamente a ausência dos holofotes sobre nossas cabeças. Ainda temos o direito à privacidade, a preservar aquilo que nos é caro, precioso, apesar das fofocas, comentários, e blá-blá-blá.
Pensando assim nessas histórias, pegando como referência o exemplo desses ícones femininos, que tiveram suas vidas pessoais expostas, eu pergunto: o que será que de fato faltou para elas? Seria falta de amor o problema? Mesmo com tudo, ou pelo menos com tudo o que sempre desejaram, morreram tristes, solitárias, e sem viver o amor do jeito que elas consideravam mais pleno.